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domingo, 11 de outubro de 2026

Lula faz ato na Avenida Paulista e pede que eleitores convençam quem não foi votar no 1º turno

Lula.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, participou neste domingo (11) de um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, que reuniu aliados, apoiadores e lideranças políticas. Ao discursar, defendeu que seus eleitores conversem com pessoas que deixaram de votar no primeiro turno. No primeiro turno, em 4 de outubro, mais de 33 milhões de pessoas que estavam aptas a votação não compareceram. O índice de abstenção foi de 21,08%, o maior já registrado.

“Nós tivemos quase 30 milhões de pessoas que não foram votar. Muita gente que tem acima de 70 anos não foi votar porque a lei não exige que vote. Entre abstenção e pessoas que não foram votar, são 30 milhões. Nós temos a obrigação de conversar com as pessoas que acham que não têm mais direito de votar. Porque, se essa pessoa não quer votar por ela, tem filho, tem filha, tem neto, tem bisnetos e tem a pátria dela para cuidar. Portanto, temos que convencer as pessoas”, disse.

O ato ocupou quarteirões entre o Paraíso e a Consolação, com concentração na região do Museu de Arte de São Paulo (Masp) a partir das 11h. O evento integrou a agenda de mobilização de entidades ligadas à educação, à ciência e à tecnologia, que divulgaram uma carta conjunta em defesa da educação, da ciência e da democracia.

Entre as autoridades presentes estavam o vice-presidente Geraldo Alckmin, a ex-ministra Marina Silva, o ministro Guilherme Boulos e os governadores reeleitos Elmano de Freitas, do Ceará, Jerônimo Rodrigues, da Bahia, e Rafael Fonteles, do Piauí.


Do G1.

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Brandão é pressionado para não apoiar Lula no segundo turno por causa de Flávio Dino

Carlos Brandão.
O governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), enfrenta pressão de prefeitos e partidos aliados para apoiar a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República no segundo turno. O grupo político de Brandão reúne uma base com cerca de 180 prefeituras no estado, e parte desses aliados defende que o governador não assuma a linha de frente da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A movimentação ocorre após Lula manifestar apoio ao vice-governador Felipe Camarão (PT), que obteve 9,6% dos votos na disputa estadual, enquanto Orleans Brandão (MDB), candidato apoiado pelo grupo do governador, alcançou 34,7%. O ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), que se manteve neutro, ganhou as eleições em primeiro turno com 54,03%.

Entre os aliados de Carlos Brandão, a avaliação é de que o presidente Lula optou por fortalecer o grupo político ligado ao ex-governador e atual ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, em vez de priorizar o palanque de Orleans, que contou com o apoio do Palácio dos Leões e de uma ampla base de prefeitos.

O convite feito por Felipe Camarão a Brandão e Orleans para participarem do palanque de Lula no segundo turno ampliou o debate dentro do grupo governista. Para prefeitos aliados, o governador deveria considerar o cenário político estadual e a posição adotada pelo presidente durante a eleição maranhense antes de definir seu posicionamento na disputa nacional.

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Primeira pesquisa Datafolha mostra Flávio Bolsonaro na liderança com 52%

Flávio Bolsonaro.
A primeira pesquisa Datafolha do 2º turno mostra que Flávio Bolsonaro (PL) tem 49% das intenções de voto, contra 45% de Lula (PT). O levantamento foi encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

- Flávio Bolsonaro (PL): 49%
- Lula (PT): 45%
- Em branco/nulo/nenhum: 5%
- Indecisos: 1%

O Datafolha divulgou também os resultados que consideram apenas os votos válidos. Para chegar a esses números, o instituto exclui da conta quem declara voto nulo ou em branco e os indecisos. O número de votos válidos é o que a Justiça Eleitoral usa para determinar os resultados das eleições. Em votos válidos, Flávio Bolsonaro tem 52%, contra 48% de Lula.

A pesquisa é a primeira divulgada pelo Datafolha no período de 2º turno da eleição presidencial. O Datafolha ouviu 2.520 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 6 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa na Justiça Eleitoral é BR-0949/2026.

Do G1.

Juscelino Filho se reelege, elege a irmã e ainda coloca o sogro no Senado

Juscelino Filho.
Por Blog do Alpanir Mesquita.

O deputado federal Juscelino Filho pode ser considerado um dos grandes vencedores destas eleições no Maranhão. Apesar da turbulência enfrentada enquanto esteve como ministro do presidente Lula, quando teve sua reputação questionada e acabou tendo que deixar o ministério das Comunicações, o parlamentar se reelegeu para o quarto mandato consecutivo.

Além disso, ainda conseguiu colocar a irmã Luanna Rezende, ex-prefeita de Vitorino Freire, base eleitoral da família, no Partido dos Trabalhadores e garantiu a eleição dela com tranquilidade para o cargo de deputada estadual, tirando a vaga, inclusive, de petistas históricos, como o ex-deputado Zé Inácio, que ficou na primeira suplência.

Para coroar a atuação política, também indicou o sogro Fernando Fialho para a primeira suplência de André Fufuca, senador mais votado do Maranhão. A expectativa de que ele possa assumir o mandato ao longo dos próximos oito anos é grande, tendo em vista que Fufuca pode dar voos maiores. 

Ah, não podemos esquecer que Juscelino apoiou Eduardo Braide para governador. Então, certamente terá espaço na futura gestão estadual. Fez barba, cabelo e bigode!

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Flávio Bolsonaro recebe apoio de Zema e Temer e aguarda Caiado; Lula reúne aliados

Flávio e Lula
Ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência em 2026, Romeu Zema (Novo) anunciou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) na disputa de segundo turno das eleições. Em vídeo publicado na noite desta segunda-feira (5), o ex-governador disse que não vai “se omitir” e nem “ficar em cima do muro”. “Voto contra o PT. Voto no Flávio Bolsonaro. O Brasil não aguenta mais quatro anos de Lula”, afirmou.

O ex-presidente Michel Temer (MDB) também anunciou apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em uma declaração enviada à imprensa, Temer afirmou que o resultado do primeiro turno mostrou que o eleitorado “deseja mudança”. “Quer, portanto, reconexão. E reconexão é Flávio”, disse.

Flávio ligou para Ronaldo Caiado (PSD) em busca do apoio do ex-governador no segundo turno das eleições presidenciais. No telefonema, segundo relatos, Caiado confirmou que apoiará Flávio e prometeu anunciar o apoio durante evento na tarde da terça-feira (06) em Goiânia, com a presença do próprio senador. A ideia de Caiado é que o anúncio reúna uma série de prefeitos e parlamentares de seu grupo político. Entre eles, estará o governador goiano, Daniel Vilela (MDB), reeleito no domingo (04).

O filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) terminou o primeiro turno na liderança. Com 100% das seções totalizadas, o candidato do PL recebeu 56,1 milhões de votos, ou 47,03% dos votos válidos. Lula teve 53.879.538 votos, equivalentes a 45,16%. Os dois voltam às urnas em 25 de outubro.

LULA

A campanha do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reúne aliados em Brasília nesta segunda-feira (05) para rediscutir a estratégia à frente do segundo turno depois de ficar atrás do senador Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno das eleições presidenciais.

Participaram do encontro em um hotel ministros, como o da Fazenda, Dario Durigan; do Trabalho, Luiz Marinho; da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Sidônio Palmeira; de Minas e Energia, Alexandre Silveira; e das Relações Institucionais, José Guimarães — que defendeu que o Senado vote o fim da escala 6×1 até esta quarta-feira (07). Também participam da reunião caciques partidários, como os presidentes do PT, Edinho Silva; do PSB, João Campos; do PDT, Carlos Lupi; e do PSol, Paula Coradi.

A maioria dos candidatos aos governos estaduais apoiados por Lula também está presente — tanto os vencedores, como Rafael Fonteles (PT), governador reeleito do Piauí, e Jerônimo Rodrigues (PT), governador reeleito da Bahia, quanto os derrotados, como Fernando Haddad (PT), que disputou o governo de São Paulo. Entre os que disputarão o segundo turno, participam do encontro Leandro Grass (PT), que tenta o comando do governo do Distrito Federal, e Cadu Xavier (PT), candidato ao governo do Rio Grande do Norte.

Do Metrópoles.

Candidatos apoiados pelo Prefeito Preto são os mais votados de Vargem Grande

Prefeito Preto.
Por Blog do Alpanir Mesquita.

O resultado das eleições deste domingo (04) mostrou a força política do grupo liderado pelo prefeito Preto em Vargem Grande. Ao lado do ex-prefeito Carlinhos Barros e do vice-prefeito Toinho Juvenil, bem como de vereadores e demais lideranças locais, Preto deu, com ampla vantagem, a maior votação para os candidatos apoiados pelo grupo na cidade.

Deputado federal: Othelino Neto 6.061 votos (24,46%);
Deputado estadual: Dino do Aldenora Belo 5.380 votos (21,90%);
Senadores: Lahesio Bonfim 12.125 votos (27,36%) e André Fufuca 11.594 votos (26,16%);
Governador: Eduardo Braide 13.601 votos (57,10%);
Presidente: Lula 17.844 votos (73,13%).

"Obrigado, Vargem Grande, pelos votos de gratidão e confiança. Nosso reconhecimento a cada eleitor que participou deste momento democrático. Time da união!", agradeceu o prefeito por meio de suas redes sociais.

domingo, 4 de outubro de 2026

OFICIAL! Flávio Bolsonaro e Lula vão disputar segundo turno

Flávio Bolsonaro e Lula.
Em uma eleição presidencial marcada pela consolidação da polarização entre bolsonarismo e petismo, o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vão disputar o segundo turno das eleições presidenciais no próximo dia 25. A confirmação de que haverá segundo turno foi anunciada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste domingo (04), às 20h56, quando 96,78% das urnas já tinham sido apuradas. Àquela altura, Flávio Bolsonaro tinha 47,39% dos votos, e Lula, tinha 44,74%.

Daqui a três semanas, os eleitores voltam às urnas para definir se Flávio Bolsonaro governará o país pelos próximos quatro anos ou se Lula terá um quarto mandato presidencial. Se Flávio for eleito, tomará posse, aos 45 anos, no dia 5 de janeiro de 2027, na cadeira ocupada por seu pai, Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022. Se vencer, Lula assumirá o quarto mandato aos 81 anos e será o primeiro brasileiro a presidir o país quatro vezes.

Do G1.

Lula cresce e força segundo turno contra Flávio Bolsonaro

Disputa presidencial.
Por Blog do Alpanir Mesquita.

Conforme o aplicativo Resultados, desenvolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral para as eleições 2026, cerca de 85% das urnas de todo Brasil já foram apuradas e, de acordo com os dados, o candidato a presidente Flávio Bolsonaro lidera a disputa, tendo o atual presidente Lula como segundo colocado. A disputa vai para o segundo turno neste momento.

Com mais de 40% das urnas apuradas, Flávio Bolsonaro vai sendo eleito em primeiro turno

Disputa eleitoral.
Por Blog do Alpanir Mesquita.

Conforme o aplicativo Resultados, desenvolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral para as eleições 2026, cerca de 41% das urnas de todo Brasil já foram apuradas e, de acordo com os dados, o candidato a presidente Flávio Bolsonaro lidera a disputa, sendo eleito em primeiro turno, tendo o atual presidente Lula como segundo colocado.

COMEÇOU! Flávio Bolsonaro lidera disputa presidencial; confira os números

Por Blog do Alpanir Mesquita.

Conforme o aplicativo Resultados, desenvolvido pelo TSE paras as eleições 2026, cerca de 1,23% das urnas de todo Brasil já foram apuradas e, de acordo com os dados, o candidato a presidente Flávio Bolsonaro lidera a disputa, tendo o atual presidente Lula como segundo colocado. Confira os números:


sábado, 26 de setembro de 2026

A pouco mais de uma semana das eleições, Lula acaba com as bets no Brasil

Lula.
A pouco mais de uma semana do primeiro turno das eleições, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumpriu uma das principais promessas da campanha deste ano e determinou, por meio de uma medida provisória assinada na sexta-feira (25), a proibição das apostas on-line, as bets, em todo Brasil. A MP tem força de lei e já está em vigor — no momento, as plataformas de apostas on-line já estão proibidas de operar e seus sites só ficarão disponíveis para apostadores realizarem o resgate do saldo remanescente até as 23h59 do dia 5 de outubro, quando devem sair do ar.

No entanto, o presidente Lula ainda vai precisar do aval do Congresso Nacional para que a proibição das bets permaneça válida. As duas casas legislativas têm até 120 dias para aprovar a medida do governo e, se não o fizerem, a determinação perde validade. A MP nº 1.394, publicada em edição extra do Diário Oficial da União na noite de sexta, registra a mensagem presidencial de encaminhamento do texto ao Congresso. Quando for formalmente recebido, o texto deverá passar primeiro por uma comissão mista de deputados e senadores. Depois, seguirá para os plenários da Câmara e do Senado, nessa ordem.

A MP de Lula proíbe a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade de apostas de quota fixa em todo o território nacional, tanto em meios físicos quanto virtuais. A regra alcança apostas esportivas e jogos on-line, inclusive plataformas sediadas no exterior que atendam a apostadores no Brasil. As empresas já estão impedidas de receber novos depósitos desde a publicação da MP. Apostas que ainda não tiverem resultado definido serão canceladas, com devolução integral do dinheiro, enquanto as autorizações atualmente em vigor serão extintas em 30 dias. Além de vedar jogos on-line, a medida proíbe cassinos virtuais, como o Jogo do Tigrinho.

Veja mais detalhes:


Do Metrópoles.

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Em São Luís, Flávio Bolsonaro diz que será o próximo presidente do Brasil e faz duras críticas a Lula e Dino

São Luís.
O candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, chegou a São Luís por volta das 10h desta terça-feira (22), para cumprir agenda de campanha. Ele foi recebido por apoiadores no Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado. Em seguida, o candidato concedeu entrevistas e depois subiu em um trio elétrico, seguindo em motocarreata até o estacionamento da Havan, na Avenida Daniel de La Touche, no bairro Cohajap, onde participou de um comício.

Para milhares de maranhenses, Flávio Bolsonaro ergueu, emocionado, um quadro com a foto do pai, o presidente Jair Bolsonaro. Ele citou um episódio no Rio de Janeiro, quando o TRE-RJ apreendeu um quadro de Jair Bolsonaro usado pelo candidato a deputado federal Rafael Satiê (PL) durante uma caminhada. "Vem aqui tomar meu quadro! Vai ter que me levar junto. Porque eu vou honrar esse cara. O povo brasileiro vai ver o presidente Jair Bolsonaro colocando a faixa de presidente no filho dele. E não vai ser o quadro não, vai ser o próprio presidente Bolsonaro".

Ao detalhar o “caminho da prosperidade”, Flávio detalhou sua proposta de concessão de títulos de propriedade urbana e rural, para que principalmente os agricultores familiares nordestinos tenham a segurança jurídica de propriedade da terra e o apoio para venda de seus alimentos em cooperativas e ao poder público. “Eu quero bater o recorde do presidente Bolsonaro, que deu mais de 420 mil títulos de propriedade urbana e rural para brasileiros que esperavam, há décadas, para terem direito, no papel, das terras que já eram deles”, disse.

Ao comentar as falsas promessas de Lula, o candidato criticou a proposta de oferecer canetas emagrecedoras no SUS. “Tem gente prometendo aí dar canetinha emagrecedora, mas está faltando aspirina, está faltando dipirona em posto de saúde. Até quando esse cara vai ficar mentindo, tentando enganar o povo brasileiro? Teve 3 mandatos para fazer e não fez. Nos últimos 24 anos, essa porcaria dessa esquerda, desse PT governaram o nosso país. Tão deixando de legado o que? Violência, endividamento, corrupção, incompetência, famílias destruídas. Eu vou devolver a soberania do povo brasileiro. A soberania sobre o seu celular, sobre a sua bolsa, sobre a sua rua, sobre sua cidade, sobre o nosso país”.

O candidato também criticou a atuação do ministro Flávio Dino, do STF e natural do Maranhão. “O Flávio Dino está ali para fazer perseguição política, como ele tem feito aqui no Maranhão, usando seletivamente o inquérito que ele tem, que é um inquérito sobre emendas parlamentares. Um novo inquérito ‘do fim do mundo’. Tem um monte de gente na relação desse inquérito, suspeitos, parlamentares suspeitos, de mau uso de emendas parlamentares, que são aliados do Flávio Dino aqui no Maranhão. Aí contra esses não acontece nada. Por que seu Flávio Dino? Então, vamos ter vergonha na cara e seja juiz, deixe de ser um militante na Suprema Corte”.


Veja a cobertura completa no Instagram do Blog do Alpanir Mesquita:

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Flávio Bolsonaro ultrapassa Lula na disputa presidencial

Lula e Flávio.
Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (14), encomendada pelo jornal O Globo e pela Globo, mostra Flávio Bolsonaro (PL) à frente numericamente de Lula (PT) no 2º turno, o que não acontecia desde abril na série de pesquisas da Quaest. Flávio tem 42%, e Lula aparece com 40%. A situação é de empate técnico. Votos em branco e nulo somam 13%, e há 5% de indecisos.

O cenário é o mesmo da pesquisa realizada em abril, antes da revelação das mensagens em que Flávio Bolsonaro pediu dinheiro ao ex-banqueiro preso Daniel Vorcaro para financiar a produção do filme "Dark Horse", sobre Jair Bolsonaro. Em relação à pesquisa anterior da Quaest, de 7 de setembro, Lula oscilou de 41% para 40%, e Flávio foi de 41% para 42%. Essas oscilações estão dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

SIMULAÇÃO DO 1º TURNO

Lula (PT): 36% (eram 36% em 7 de setembro)
Flávio Bolsonaro (PL): 31% (eram 29%)
Augusto Cury (Avante): 7% (eram 8%)
Renan Santos (Missão): 4% (eram 3%)
Ronaldo Caiado (PSD): 4% (eram 3%)
Romeu Zema (Novo): 1% (eram 2%)
Clariana Barão (DC): 0 (era zero)
Edmilson Costa (PCB): 0 (era zero)
Hertz Dias (PSTU): 0 (era zero)
Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (era zero)
Samara Martins (UP): 0 (era 1%)
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0 (era zero)
Indecisos: 10% (eram 10%)
Branco/nulo/não vai votar: 7% (eram 8%)

Do G1.

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Quaest: Lula e Flávio Bolsonaro estão empatados com 41%

Lula e Flávio.
Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (07) mostra como está o cenário da eleição presidencial no Dia da Independência do Brasil, a menos de um mês do 1º turno, que acontecerá em 4 de outubro. Veja os números da pesquisa estimulada, em que a Quaest mostra aos eleitores entrevistados os nomes dos candidatos. Entre parênteses, o resultado da pesquisa anterior, do dia 2 de setembro.

A Quaest entrevistou 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 3 e 6 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01720/2026.

Veja, abaixo, os números do cenário de 1º turno sem Pablo Marçal:

Lula (PT): 36% (eram 37% em 2 de setembro)
Flávio Bolsonaro (PL): 29% (eram 29%)
Escritor Augusto Cury (Avante): 8% (eram 10%)
Renan Santos (Missão): 3% (eram 3%)
Ronaldo Caiado (PSD): 3% (eram 1%)
Romeu Zema (Novo): 2% (eram 1%)
Samara Martins (UP): 1% (era 1%)
Edmilson Costa (PCB): 0 (era zero)
Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (era zero)
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0 (era zero)
Clariana Barão (DC): 0 (era zero)
Hertz Dias (PSTU): 0 (era zero)
Em branco/nulo/nenhum: 8% (eram 7%)
Indecisos: 10% (eram 11%)

2º TURNO

Lula (PT): 41% (eram 42% no levantamento anterior, em 2 de setembro)
Flávio Bolsonaro (PL): 41% (eram 41%)
Branco/nulo/não vai votar: 13% (eram 13%)
Indecisos: 5% (eram 4%)

Do G1.

terça-feira, 25 de agosto de 2026

Orleans mostra força popular pelas ruas e dita ritmo na primeira semana de campanha

Orleans Brandão.
A primeira semana de campanha no Maranhão deixou uma impressão difícil de esconder: Orleans Brandão (MDB) entrou na disputa para impor o ritmo, enquanto os adversários ainda tentam encontrar discurso, público e direção. Líder nas pesquisas, Orleans não se limitou a administrar o favoritismo. Ocupou as ruas, realizou caminhadas lotadas em São Luís e no interior, mobilizou aliados e demonstrou uma força política e popular que, até agora, nenhum concorrente conseguiu acompanhar.

A participação diária de Edivaldo Holanda Júnior também revelou uma estratégia bem articulada. Enquanto Orleans percorre diferentes regiões do estado, o candidato a vice-governador mantém a chapa em movimento na capital, comandando caminhadas e carreatas pelos bairros. Ex-prefeito de São Luís, Edivaldo ajuda a ampliar a presença de Orleans no maior colégio eleitoral do Maranhão e permite que a campanha ocupe vários territórios simultaneamente.

Eduardo Braide, por sua vez, descobriu logo na largada que o Maranhão é muito maior do que São Luís e que popularidade nas redes sociais não garante multidão no interior. Sua passagem pela Baixada Maranhense expôs uma candidatura com dificuldades para atravessar os limites da capital. Faltaram adesão popular, entusiasmo e clima de crescimento.

Depois do início tímido, Braide correu para cidades onde conta com aliados mais estruturados, como Bacabal e Presidente Dutra, em uma tentativa evidente de produzir imagens melhores e apagar o constrangimento dos primeiros atos. Mas eleição estadual não se vence escolhendo apenas os lugares onde já existe plateia garantida.

Felipe Camarão também começou pequeno. Sem conseguir construir uma identidade própria ou protagonizar mobilizações relevantes, preferiu repetir o nome de Lula como se o prestígio do presidente pudesse ser transferido automaticamente para sua candidatura. Até aqui, Camarão parece mais dependente de Brasília do que conectado com as ruas do Maranhão.

Roberto Rocha adotou estratégia semelhante no campo oposto: concentrou-se nas redes sociais e se agarrou ao nome de Jair Bolsonaro. O problema é que postagem pode gerar barulho, mas não substitui base política, presença territorial nem povo acompanhando candidato. O saldo da primeira semana separa uma candidatura verdadeiramente estadual de três projetos ainda em busca de tração.

Orleans apresentou organização, alianças, capilaridade e mobilização popular. Braide tentou maquiar uma largada murcha; Camarão pegou carona em Lula; e Roberto Rocha transformou Bolsonaro em sua principal muleta eleitoral. Enquanto os adversários disputam para saber quem ocupará o posto de principal opositor, Orleans avança, ocupa espaços e consolida a imagem de quem possui força política e popular para vencer a eleição.