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| Irmãos desaparecidos. |
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quinta-feira, 10 de setembro de 2026
Delegado diz que irmãos desaparecidos em Bacabal não estão entre crianças localizadas nos EUA; veja vídeo
A polícia civil do Maranhão informou, na quarta-feira (09), que Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, desaparecidos há oito meses em Bacabal, não estão entre as crianças localizadas durante uma operação realizada nos Estados Unidos. Segundo o delegado-geral Augusto Barros, informações de que os irmãos poderiam ter sido encontrados no exterior começaram a circular e foram relacionadas à operação Statewide Shield, realizada recentemente nos Estados Unidos (relembre).
De acordo com a polícia civil, não existe, até o momento, qualquer pedido de cooperação internacional que indique que Ágatha e Allan tenham sido localizados durante a operação. As crianças desapareceram na comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal. Desde então, as autoridades seguem investigando o caso e buscando informações que possam levar ao paradeiro dos irmãos.
Confira os detalhes na reportagem completa de Thiago Cura:
Do Portal Sua Cidade.
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
Desaparecimento de crianças de Bacabal pode chegar ao fim após operação contra tráfico humano nos Estados Unidos
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| Irmãos desaparecidos. |
Segundo ela, o Núcleo de Cooperação Internacional entrou em contato, colocando as ferramentas da Interpol à disposição para ajudar nas buscas e na repatriação delas, caso elas sejam encontradas em outro país. A mãe dos irmãos, Clarice Cardoso, terá uma reunião com a equipe nesta quarta-feira (09), em São Luís.
Apesar da esperança, não há indícios de que os dois estejam entre as 163 crianças resgatadas no fim de agosto nos Estados Unidos. Com idades entre 2 meses e 17 anos, as crianças foram resgatadas na Flórida após terem sido vítimas de tráfico humano, durante a Operação Escudo Estadual.
Os irmãos sumiram em janeiro na comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, em Bacabal, após saírem para brincar. Na tentativa de não serem vistos por um tio que alertou sobre os perigos, as crianças desviaram o caminho na mata e acabaram se perdendo. As buscas ocorreram em frentes terrestre, aérea e aquática, chegando a mobilizar nove equipes simultâneas, incluindo a Marinha do Brasil. No entanto, não foram encontrados vestígios das crianças (saiba mais).
Veja mais detalhes no Instagram do Blog do Alpanir Mesquita:
Do Metrópoles.
quarta-feira, 5 de agosto de 2026
Desaparecimento de crianças de Bacabal completa 7 meses e mãe faz apelo emocionado
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| Clarice. |
Sete meses após o desaparecimento dos irmãos Agatha Isabelly Reis Lago e Allan Michael Reis Lago, a mãe das crianças, Clarice Cardoso, voltou a recorrer às redes sociais para pedir ajuda na busca pelos filhos. Em um vídeo publicado nesta terça-feira (04), ela faz um apelo para que a população compartilhe as fotos das crianças e ajude a manter o caso em evidência. As crianças desapareceram no dia 4 de janeiro deste ano, na comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal. Desde então, o caso segue sem esclarecimento (saiba mais).
No vídeo, Clarice afirma que, até o momento, não recebeu respostas sobre o paradeiro dos filhos e diz se sentir abandonada diante da falta de informações sobre a investigação. Emocionada, ela pede que os internautas utilizem o alcance das redes sociais para ampliar a divulgação do caso.
Além do compartilhamento das imagens das crianças, a mãe solicita que os usuários marquem a senadora Damares Alves e o jornalista Roberto Cabrini nas publicações, na esperança de obter apoio e dar maior visibilidade ao desaparecimento. “Hoje completa sete meses do desaparecimento dos meus filhos. Eu venho pedir a ajuda de todos vocês para que compartilhem a foto dos meus filhos, divulguem o máximo que puderem. A internet tem um alcance muito grande e, até o momento, eu não tenho nenhuma resposta”, disse Clarice no vídeo.
Veja o vídeo na íntegra no Instagram do Blog do Alpanir Mesquita:
De O Informante/Jornal Pequeno.
domingo, 12 de abril de 2026
Orleans Brandão é recebido por comunidades de São José de Ribamar em apoio à sua pré-candidatura
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| Orleans em Ribamar. |
Em mais um momento de escuta e de fortalecimento do diálogo com as comunidades maranhenses, o pré-candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB), foi carinhosamente recebido pelos moradores das comunidades de Juçatuba e do Bom Jardim, na zona rural de São José de Ribamar, neste sábado (11). Ele esteve acompanhado pelo ex-vereador Dudu Diniz. A agenda fez parte de uma série de encontros que Orleans tem participado, com o objetivo de ouvir demandas e reforçar a construção de propostas alinhadas às realidades locais.
O primeiro compromisso ocorreu na comunidade tradicional quilombola de Juçatuba, onde foi acolhido com um almoço na casa de Dona Maria José, importante liderança comunitária da região. Na ocasião, os moradores apresentaram suas principais necessidades e sugeriram melhorias para a comunidade. Em seguida, Orleans esteve no bairro Bom Jardim, onde também foi calorosamente recebido pelos moradores em encontro conduzido pelas lideranças Júlio César e Joelma. A reunião também foi marcada pela escuta ativa e o diálogo aberto acerca das demandas locais.
Trabalho
Durante as visitas, Orleans destacou sua trajetória à frente da Secretaria de Assuntos Municipalistas, ressaltando ações desenvolvidas em parceria com municípios maranhenses e reforçando sua intenção de ampliar esse trabalho. Segundo ele, esses momentos têm sido fundamentais para a construção conjunta de seu projeto político.
“Esses encontros têm um significado muito especial. E é isso que eu tenho feito em todo o Maranhão. Ser recebido com tanto carinho nas comunidades, ouvir de perto as pessoas e entender suas realidades fortalece ainda mais o nosso compromisso. É isso que nos motiva a seguir trabalhando e a querer fazer ainda mais pelo Maranhão”, afirmou.
O pré-candidato também enfatizou a importância do contato direto com a população como base para a construção de políticas públicas mais eficazes. “É dessa forma que a gente constrói propostas verdadeiras, que realmente façam a diferença na vida da população”, completou.
O ex-vereador Dudu Diniz, forte liderança local, falou do perfil participativo de Orleans, destacando sua disposição em ouvir a população e conhecer de perto a realidade das comunidades. “Pela primeira vez, um pré-candidato ao Governo do Maranhão visita a zona rural de Ribamar. Esse é o perfil de Orleans: uma pessoa que gosta de dialogar e estar perto das pessoas”, disse ele, informando ainda que todo o trabalho para melhoria da infraestrutura, que vem sendo executado no município, com a implantação de cerca de 100 km de asfaltamento de vias, foi articulado por Orleans.
Dona Maria José, liderança de Juçatuba, também destacou o ineditismo de ter pela primeira vez na comunidade um pré-candidato a governador. "Estamos muito feliz pela atenção que foi dada à nossa Juçatuba. Realmente, é a primeira vez que um pré-candidato ao governo nos visita. Queremos trabalhar juntos e trazer muitos benefícios para nossa comunidade", frisou.
Dona Joelma, liderança de Bom Jardim, disse que acredita no propósito de Orlenas e apresentou demandas para melhoria da sua comunidade. "Precisamos aqui de escolas de ensino médio, espaços de lazer e mais policiamento para reforçar nossa segurança”, pontuou ela.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Crianças desaparecidas são encontradas na zona rural Mata Roma
Na noite desta terça-feira (03), por volta das 18h, moradores do povoado Bom Sucesso, uma comunidade quilombola localizada na zona rural de Mata Roma, estavam aflitos com o desaparecimento de duas crianças.
Os irmãos Yarlei Caetana, de 11 anos, e Yan Caetana dos Santos, de cinco anos, se perderam após terem ido tomar banho em um riacho nos fundos da residência onde moram e não retornaram no horário habitual, razão pela qual os familiares acionaram à polícia militar. Uma equipe dos bombeiros também esteve presente.
Desta forma, rapidamente as guarnições, juntamente com a comunidade, passaram a realizar buscas às margens do rio, bem como em uma área de mata de difícil acesso. As buscas se estenderam até às 23h, quando, finalmente, os irmãos foram encontrados. Apesar de bastante abalados, os dois apresentavam bom estado de saúde e ficaram sob a responsabilidade da mãe.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
Descartada denúncia de que crianças maranhenses estão em São Paulo; Kauã ganha casa nova
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| Crianças seguem desaparecidas. |
A polícia civil de São Paulo descartou a informação de que as crianças Ágatha Isabela, de seis anos, e Allan Michael, de quatro anos, teriam sido vistas em um hotel no centro da capital paulista. Equipes foram até o local indicado, mas confirmaram que as crianças encontradas não são as mesmas que estão desaparecidas.
Ágatha e Allan desapareceram no dia 4 de janeiro na comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal. As buscas seguem em andamento. As buscas pelas crianças continuam em áreas de mata, rios e lagos, em paralelo a uma investigação rigorosa, segundo o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins.
Leia a nota na íntegra da SSP-SP
A polícia civil, por meio da Divisão Antissequestro do DOPE, esclarece que não procede o fato das crianças citadas terem sido encontradas em São Paulo. Os policiais da divisão, cientes da denúncia, foram aos endereços informados e constataram que as crianças ali presentes não são as mesmas que estão desaparecidas.
CASA NOVA
O menino de 8 anos encontrado com vida após desaparecer em uma área de mata no Quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal, recebeu alta médica e retornou à comunidade onde mora. Anderson Kauã foi acolhido pela família e passou a viver em uma nova casa, doada pela prefeitura de Bacabal.
Do Imirante.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
Força-tarefa para encontrar crianças é reduzida e foco passa ser investigação policial
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| Irmãos desaparecidos. |
O secretário de Segurança Pública do Maranhão Maurício Martins informou, nessa quinta-feira (22), que as buscas pelas crianças Ágatha Isabela, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, desaparecidas há 20 dias em Bacabal, no interior do estado, vão continuar, mas de forma mais direcionada e focada na investigação policial.
Na prática, isso significa que as equipes já realizaram a varredura completa em áreas de mata e lago e não encontraram vestígios nem pistas sobre o paradeiro das crianças. A operação entra agora em uma nova fase, com foco na investigação policial, sem interrupção das buscas no rio Mearim. “Infelizmente nós não encontramos as crianças. […] Nós vamos fazer um redirecionamento para os trabalhos, dando enfoque às investigações da polícia civil e mantendo grupos especializados em atividades rurais para o rastreamento e até mesmo o Exército Brasileiro”, explicou.
Uma comissão especial de segurança, composta por dois delegados de São Luís e uma delegada de Bacabal, conduz as investigações paralelamente às buscas. Segundo o secretário, o inquérito policial já ultrapassa 200 páginas. Mesmo com a mudança de estratégia, a força-tarefa será mantida. Das duas bases utilizadas durante a operação, será mantida apenas a base instalada no quilombo São Sebastião dos Pretos, local em que as crianças moravam e foram vistas pela última vez.
Do G1 MA.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
Hipótese de rapto ganha força em caso de crianças desaparecidas no Maranhão
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| Irmãos desaparecidos. |
As buscas pelas crianças Ágatha Isabela, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, seguem mobilizando forças de segurança em Bacabal, no Maranhão, desde o desaparecimento ocorrido no dia 4 deste mês. Passados 19 dias sem que os irmãos sejam localizados, novas informações apontam para uma possível mudança no foco das investigações, embora essa linha não tenha sido oficialmente confirmada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão.
O único encontrado até o momento foi o primo das crianças, Anderson Kauã, de 8 anos, que recebeu alta hospitalar na terça-feira (20), após 14 dias de internação hospitalar. Com autorização judicial, o menino voltou a colaborar com a força-tarefa e ajudou policiais a refazer o trajeto percorrido antes do desaparecimento dos primos. Durante esse trabalho, Kauã conduziu os agentes até uma estrutura abandonada conhecida como “casa caída”, localizada a cerca de 50 metros do Rio Mearim. No local, cães farejadores identificaram o odor das crianças, que, segundo os peritos, segue em direção ao rio.
A partir desse ponto, não houve mais vestígios na mata, o que levantou, nos bastidores da investigação, a hipótese de que as crianças possam ter sido levadas por meio fluvial. Relatos que circulam entre investigadores indicam que não foram encontrados corpos nem na mata nem no rio até o momento. A Marinha do Brasil, que atua nas buscas com o uso de sonar side scan em um trecho de aproximadamente três quilômetros do Rio Mearim, deve informar oficialmente que não há indícios de corpos submersos na área analisada. Diante disso, a possibilidade de um deslocamento rápido por embarcação, como canoa ou barco, passou a ser considerada por investigadores, ainda que sem confirmação oficial.
Outro ponto que chama atenção é o fato de apenas Kauã ter sido deixado para trás. Ele foi resgatado no dia 7 de janeiro por carroceiros, em uma estrada vicinal de um povoado da região. Para fontes ligadas à apuração, o abandono do menino poderia ter ocorrido para confundir ou atrasar as investigações, enquanto apenas os irmãos teriam sido levados. As autoridades mantêm as operações em três frentes: mata, rio e áreas adjacentes ao quilombo São Sebastião dos Pretos, onde as crianças moram.
A investigação é conduzida por uma comissão formada por oito delegados e investigadores da polícia civil do Maranhão, que reforçam que todas as hipóteses seguem em análise até a localização de Ágatha e Allan. Até o momento, a SSP-MA não confirmou oficialmente a linha de investigação de rapto, mas as buscas continuam intensificadas, enquanto a população aguarda respostas sobre o paradeiro das crianças.
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De O Informante/Jornal Pequeno.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
Fantástico mostra drama da família e detalhes das buscas por crianças no Maranhão
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| Mãe com as crianças. |
A avó, Francisca, lembra que a mãe das crianças havia avisado que eles estavam brincando na varanda. Naquele domingo, o primo Anderson Kauã, de 8 anos, também estava na casa da avó. Ele brincou, almoçou e depois foi embora. José Henrique Cardoso Reis, tio das crianças, contou que viu os três juntos por volta das 13h30 e pediu que voltassem para casa.
A avó percebeu a ausência dos netos entre 15h30 e 16h. Chamou, mas ninguém respondeu. O avô, José Reis, explicou que é comum as crianças circularem pelas casas vizinhas, mas, ao notar que não estavam em lugar nenhum, os moradores entraram na mata para procurar. A mobilização cresceu rapidamente. Bombeiros do Pará e do Ceará, Exército, Marinha e voluntários se juntaram às buscas. Mais de mil pessoas participaram, com apoio de cães farejadores.
Três dias depois, veio o alívio: Kauã foi localizado por um carroceiro que colhia palha. O menino estava sem roupas, havia perdido dez quilos, mas sobreviveu. Ele já se recupera e deve receber alta hospitalar nesta semana. O delegado Ederson Martins explicou que Kauã contou ter tentado chegar a um pé de maracujá. Ao ser mandado de volta pelo tio, entrou na mata pelo lado contrário para não ser visto. Foi nesse momento que se perdeu com os primos. As roupas dele foram achadas no dia 8, e a polícia confirmou que não houve violência sexual.
Confira a reportagem na íntegra:
Do G1.
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domingo, 18 de janeiro de 2026
Mulher é procurada após afirmar em rede social ter visto crianças desaparecidas
Uma mulher identificada como Juliana Lima movimentou as redes sociais, neste sábado (17), após afirmar ter visto os irmãos Ágatha Isabela, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, moradores do quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal, e que estão desaparecidos desde o dia 04 de janeiro. O caso está tendo repercussão nacional e as buscas mobilizam todas as forças de segurança do estado, além do Exército e da Marinha (saiba mais).
Segundo informações apuradas pelo Titular do Blog, Juliana é moradora de Coelho Neto, uma distância de quase 300km de Bacabal, e relatou ter visto às crianças na última segunda-feira (12) nas proximidades de um posto de combustíveis da cidade. Ela deu mais detalhes ao Portal Coelho Neto: "A menina estava de vestido bem arrumadinha e o menino de bermuda e camisa de cor. As mulheres pareciam estar esperando um carro. Eu e minha irmã ficamos pensando se iria na polícia, mas ficamos com medo".
Juliana Lima agora está sendo procurada pela polícia para repassar mais detalhes que ajudem a desvendar esse mistério. Imagens registradas por câmeras de segurança do referido posto ou das imediações também podem ajudar. Lembrando que Fake News é um crime grave e uma recompensa de R$ 150 mil está sendo oferecida para quem tiver informações concretas dos irmãos.
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
Veja mais detalhes da 'casa caída', abrigo onde Kauã deixou os primos Ágatha e Allan
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| Local descrito por Kauã. |
Chamada como “casa caída”, foi apontada por cães farejadores como um dos locais por onde passaram os irmãos Ágatha Isabela, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos. Trata-se de um abrigo simples, feito de barro, troncos de madeira e coberto por palha. A estrutura fica no povoado São Raimundo, na zona rural de Bacabal, no interior do Maranhão (relembre).
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o local fica a cerca de 3,5km em linha reta da comunidade quilombola São Sebastião dos Pretos, onde as crianças desapareceram há 13 dias. O local, que pode servir como ponto de parada para pescadores, fica à margem do rio Mearim. Dentro da estrutura foram encontrados um colchão, botas e um banco.
O local está a aproximadamente 12km do ponto do desaparecimento, levando em consideração obstáculos como trilhas, lagoas e áreas de mata. O ponto foi descrito por Anderson Kauã, de 8 anos, após ser encontrado no dia 7 de janeiro. Ele relatou à equipe multiprofissional do Instituto de Perícias para Crianças e Adolescentes (IPCA), que o acompanha, que chegou ao local com os primos e que deixou os dois na casa enquanto saiu em busca de ajuda. Os cães farejadores que integram a força-tarefa reconheceram o odor das três crianças.
Kauã afirmou que ele e os primos passaram pelo menos uma noite no abrigo, que fica a cerca de 500 metros de onde ele foi localizado. A região possui ao menos outras quatro casas próximas, entre elas a de um morador e a do carroceiro que encontrou Anderson. “Ali nós apostamos como ponto inicial de informações concretas por onde as três crianças teriam passado, ou melhor, teriam passado uma noite. Mostramos fotografias que foram confirmadas e reafirmadas várias vezes pelo Kauã", disse o secretário de Segurança Pública, Maurício Martins.
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