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Palácio das Lágrimas. |
sexta-feira, 5 de janeiro de 2024
Maranhão é o estado recordista em obras públicas paradas, aponta TCU
sexta-feira, 17 de março de 2023
PF deflagra Operação Baluarte e apreende mais de R$ 300 mil em Bacabal
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Operação Baluarte. |
terça-feira, 24 de janeiro de 2023
Ministro Lewandowski suspende uso do Censo 2022 para distribuição do FPM
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Ministro do STF. |
quinta-feira, 15 de dezembro de 2022
Em Brasília, Othelino prestigia posse do ministro Bruno Dantas na Presidência do TCU
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Othelino Neto e Flávio Dino em Brasília. |
segunda-feira, 21 de novembro de 2022
Justiça Federal bloqueia R$ 688 mil do fundo municipal de saúde de Mata Roma após inserção de dados falsos no sistema
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Prefeito de Mata Roma Besaliel Albuquerque. |
terça-feira, 15 de novembro de 2022
Exclusivo: Partido de Bolsonaro vai pedir anulação das eleições de 2022
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Valdemar e Bolsonaro. |
terça-feira, 6 de setembro de 2022
Magno Bacelar desiste de candidatura e complica, ainda mais, Amanda Gentil
quinta-feira, 11 de agosto de 2022
No Maranhão, candidato a governador e deputado federal estão na lista de inelegíveis do TCU
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Joas Moraes. |
quinta-feira, 15 de abril de 2021
Operação Laços de Família mostra como Júnior Lourenço e Negão desviaram mais de R$ 22 milhões em Miranda do Norte; Veja detalhes
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Júnior Lourenço e Negão. |
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Prefeitura de Miranda do Norte. |
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Documentos e equipamentos apreendidos. |
Operação Laços de Família aponta desvio de R$ 22 milhões em Miranda do Norte envolvendo o deputado Júnior Lourenço
Operação Laços de Família. |
Mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal da Comarca da Grande Ilha de São Luís, estão sendo cumpridos nos municípios de São Luís, Paço do Lumiar, São José de Ribamar, Miranda do Norte e Bom Jardim.
Participam da operação 24 equipes da Polícia Civil, compostas por delegados, investigadores e escrivães, além dos promotores de justiça do Gaeco.
ESQUEMA
As investigações tiveram início a partir de denúncia do Tribunal de Contas da União (TCU) a respeito de desvios de recursos realizados no período de 2017 a 2020, durante a gestão do ex-prefeito de Miranda do Norte Carlos Eduardo Fonseca Belfort, conhecido como Negão.
O ex-gestor estaria utilizando recursos públicos para quitar dívidas pessoais junto ao TCU. O mesmo artifício teria sido usado pelo também ex-prefeito e atual deputado federal, José Lourenço Bonfim Júnior, que esteve à frente da administração municipal de Miranda do Norte no período de 2009 a 2016.
As investigações apontaram a existência de uma verdadeira organização criminosa criada com o objetivo de desviar recursos públicos. O esquema era operacionalizado por meio de empresas de fachada que participavam de processos licitatórios fraudulentos. Essas empresas não tinham capacidade técnica nem lastro financeiro para cumprir os contratos firmados.
Quatro contratos firmados entre a Prefeitura de Miranda do Norte e as empresas “PM Construções e Serviços Ltda.”, “F Cipião Prazeres” e “J Rodrigues Macedo” totalizaram um dano de R$ 22.061.477,53 aos cofres municipais. Esse, inclusive, é o valor do bloqueio das contas correntes, poupanças e aplicações dos investigados, solicitado pelo Ministério Público.
As investigações também apontaram ligações entre essas empresas, os ex-prefeitos investigados, seus familiares, empregados e amigos.
Redação: CCOM-MPMA.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2020
Polícia Federal combate fraudes ao Auxílio Emergencial no Maranhão
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Operação da PF. |
A Polícia Federal deflagrou, hoje (10/12), a Operação Segunda Parcela com o intuito de reprimir fraudes ao Auxílio Emergencial. Trata-se da maior operação no combate às fraudes ao beneficio, contando com uma atuação efetiva e integrada para preservar o instituto que teve mais de sessenta milhões de beneficiados, em razão da crise de saúde pública ocorrida em 2020.
As ações estão ocorrendo em 14 Estados da Federação: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba, Espírito Santo, Bahia, Santa Catarina, Tocantins, Paraná, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Maranhão, Piauí e Mato Grosso do Sul; com o cumprimento de 42 Mandados de Busca e Apreensão, sete Mandados de Prisão e 13 Mandados de Sequestro de Bens.
Cerca de 152 policiais federais participam da operação. Foi determinado o bloqueio de valores de até R$ 650 mil, em diversas contas que receberam benefícios fraudados.
As medidas são parte de uma Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (EIAFAE), da qual participam a Polícia Federal, o Ministério Público Federal (MPF) o Ministério da Cidadania (MCid), a CAIXA, a Receita Federal, a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU), com o objetivo de identificar a ocorrência de fraudes massivas e desarticular a atuação de organizações criminosas.
A linha de trabalho adotada importa que os pagamentos indevidos e as tentativas de cadastramento irregulares são processados dentro de ferramentas estabelecidas pela Polícia Federal, buscando identificar a atuação de organizações criminosas e conjuntos de fraudes com denominadores comuns (fraudes estruturadas). O intuito é desestruturar ações que causam graves prejuízos ao programa assistencial.
No viés preventivo, a Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial detectou e bloqueou/cancelou o cadastramento de mais de 3.82 milhões de pedidos irregulares. Deixaram de sair indevidamente dos cofres públicos, no mínimo, R$ 2.3 bilhões, considerando-se apenas o pagamento de uma parcela de R$ 600,00, em cada pedido.
Importante destacar à população, que todos os pagamentos indevidamente realizados são objeto de análise por parte da Polícia Federal e das demais instituições integrantes da EIAFAE. Portanto, se orienta fortemente àqueles que requereram e receberam as parcelas, sem preencherem os requisitos do Art. 2º da Lei nº 13.982/2020, que realizem a devolução dos valores, sob pena de estarem sujeitos à investigação criminal.
quarta-feira, 11 de novembro de 2020
MPF investiga candidatos que receberam auxílio emergencial de maneira irregular no Maranhão
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Auxílio emergencial. |
O Ministério Público Federal (MPF) vai investigar possíveis práticas de estelionato cometidos por 250 candidatos no Maranhão. O relatório encaminhado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) ao Ministério Público Eleitoral aponta que o patrimônio declarado pelos candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é igual ou superior a 300 mil reais e que supostamente teriam recebido o auxílio emergencial do governo federal.
O documento foi encaminhado para distribuição entre os ofícios criminais da Procuradoria da República no Maranhão (PR/MA) a fim de que seja investigada a situação de cada candidato e apuradas eventuais práticas de estelionato.
Segundo o procurador regional Eleitoral, Juraci Guimarães Júnior, “a ética e a moralidade dos candidatos é pressuposto para o exercício de mandato eletivo. No Maranhão, inúmeros candidatos foram identificados por supostamente terem recebido auxílio federal emergencial da pandemia, embora tivessem patrimônio incompatível. Dessa forma, é fundamental a investigação para apurar a responsabilidade pela prática de estelionato”, disse.
quarta-feira, 28 de outubro de 2020
Justiça Eleitoral indefere candidatura de Magno Bacelar em Chapadinha
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Magno Bacelar. |
O prefeito de Chapadinha e candidato à reeleição Magno Bacelar teve sua candidatura indeferida pela juíza Welline de Souza Coelho. Na ação de impugnação de registro de candidatura foram apontados processos no Tribunal de Contas da União (TCU) e no Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE/MA).
Magno responde a processos por irregularidades nos processos licitatórios e ausência de processos licitatórios e de contratos.
“Resta evidente que as condutas que ensejaram a desaprovação das contas retromencionadas configuram ato doloso de improbidade administrativa, mormente a violação à lei de licitações, vez que foram reconhecidas irregularidades nos processos licitatórios realizados, expressamente mencionados no Acórdãos, conforme demonstrado”, diz a decisão.
A violação à Lei de Licitações é causa indiscutível de inelegibilidade e tendo em vista que os processos permanecem plenamente vigentes, a juíza declarou Magno Bacelar inapto ante a incidência deste na causa de inelegibilidade.
Do Blog do John Cutrim.
terça-feira, 6 de outubro de 2020
MPE impugna candidatura de Ildon Marques a Prefeito de Imperatriz
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Ildon Marques. |
A Promotoria Eleitoral da 33ª Zona de Imperatriz ingressou, em 3 de outubro, com Ação de Impugnação de Registro de Candidatura (AIRC) contra o candidato a prefeito pelo Partido Progressista, Ildon Marques.
Formulada pelo titular da Promotoria, Sandro Pofahl Bíscaro, a AIRC é baseada em condenação por ato de improbidade administrativa com trânsito em julgado na Justiça Federal, resultando na suspensão dos direitos políticos do candidato por seis anos. Também fundamentam a manifestação a rejeição de contas junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), em três ocasiões.
CONDENAÇÃO ANTERIOR
A condenação foi motivada pelo uso de produtos para merenda escolar em 4,5 mil cestas de Natal e a realização de confraternização de final de ano. Com base na suspensão dos direitos políticos, em 2018, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já havia considerado Marques inelegível, impedindo-o de concorrer ao cargo de deputado federal.
Para o promotor eleitoral, deferir o registro da atual candidatura de Ildon Marques violaria as determinações do TSE quanto à mesma condenação, sem que tenha ocorrido nenhuma alteração jurídica desde então.
Além disso, a condenação de Marques já transitou em julgado, em novembro de 2017, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), e no Supremo Tribunal Federal (STF), em 4 de outubro de 2019. “O candidato está, portanto, inelegível”, relata o representante do Ministério Público Eleitoral.
REJEIÇÃO DE CONTAS
Outra base da solicitação do MPE são as três prestações de contas julgadas irregulares e transitadas em julgado junto ao TCU, com implicação eleitoral. Uma delas se refere a uma ação de incentivo ao combate às carências nutricionais, do Fundo Nacional de Saúde (FNS), no valor de R$ 959,9 mil, no período de novembro de 1998 a dezembro de 2000.
Foram rejeitadas, ainda, as contas relativas ao Convênio nº 504/2003, firmado pela Prefeitura de Imperatriz com o FNS, que previa apoio técnico e financeiro para construção de unidade de saúde, no valor de R$ 732 mil, dos quais R$ 655,5 mil foram repassados pelo Fundo. A contrapartida do Município foi R$ 66,5 mil.
O convênio n° 40/2000 também teve contas reprovadas. O acordo foi firmado entre a Secretaria de Recursos Hídricos, do Ministério do Meio Ambiente, e o Município. Os objetivos incluíam elaboração de projetos, levantamento de estudos para criar um banco de dados, recuperar a vegetação nativa da região e implementar políticas ambientais. O valor foi R$ 149,6 mil, dos quais R$ 136,6 mil foram repassados pelo governo federal.
Redação: CCOM-MPMA.
terça-feira, 15 de setembro de 2020
Ex-prefeito de Presidente Vargas Gonzaga Júnior tem seis condenações no TCU
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Ao centro, Gonzaga Júnior. |
TCU confirma condenações de Magno Bacelar e Danúbia Carneiro em Chapadinha
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Magno Bacelar e Danúbia Carneiro. |
sexta-feira, 21 de agosto de 2020
Com a Ficha Suja, ex-prefeito Dr. Miguel insiste em tentar enganar a população de Vargem Grande
quarta-feira, 12 de agosto de 2020
Servidores públicos que receberam indevidamente o auxílio emergencial deverão acessar site e devolver dinheiro
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Auxílio Emergencial. |
quarta-feira, 29 de julho de 2020
TCU suspende uso de recursos do Fundef para remunerar professores em São Raimundo das Mangabeiras
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Prefeito Rodrigo Coelho. |
quarta-feira, 15 de julho de 2020
Governo Bolsonaro anuncia retomada das obras de duplicação da BR-135, entre Bacabeira e Miranda do Norte
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Duplicação da BR-135. |