Mostrando postagens com marcador Bolsonaro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bolsonaro. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes fazem acenos ao bolsonarismo após resultado do primeiro turno

Gilmar e Moraes.
Decisões tomadas pelos ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nas 48 horas seguintes ao primeiro turno passaram a ser interpretadas por integrantes do entorno de Flávio Bolsonaro como sinais de abertura ao diálogo com o grupo político. A leitura, relatada pela CNN Brasil, ocorre em um momento em que o PL articula medidas contra integrantes da Corte para 2027.

Entre as medidas está a decisão de Moraes que autorizou a progressão para o regime semiaberto de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”. Condenada a 14 anos de prisão por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023, ela cumpriu, segundo a decisão, os requisitos legais para a mudança de regime. A Procuradoria-Geral da República já havia se manifestado favoravelmente à progressão em setembro.

Outro movimento envolveu o pedido para que Flávio Bolsonaro visite o pai, Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar em Brasília. A defesa do ex-presidente solicitou nova autorização depois do primeiro turno, e Moraes encaminhou o requerimento para manifestação da Procuradoria-Geral da República. Flávio estava impedido de realizar a visita até 11 de outubro em razão de decisão anterior do ministro.

Moraes também arquivou uma investigação contra o senador Marcos do Val (Avante-ES), Allan dos Santos, Oswaldo Eustáquio e Ednardo Raposo. A decisão acolheu parecer da PGR, que considerou insuficientes as provas para oferecer denúncia. A Polícia Federal havia indiciado os quatro por suspeitas de obstrução de investigação de organização criminosa e incitação ao crime.

O quarto episódio envolve Gilmar Mendes. O ministro determinou o arquivamento de uma investigação contra Alfredo Gaspar (PL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro. A decisão atendeu a pedido da PGR, que apontou falta de provas e contradições nos depoimentos relacionados à acusação. Gaspar sempre negou a denúncia.

A proximidade temporal dessas decisões com o resultado do primeiro turno levou interlocutores da campanha de Flávio a interpretá-las como movimentos favoráveis a uma retomada do diálogo com integrantes do Supremo. Essa avaliação, porém, corresponde à leitura política desses grupos e não significa que as decisões tenham sido tomadas com essa finalidade.

O movimento ocorre paralelamente ao aumento das tensões entre o PL e integrantes da Corte. A legenda discute iniciativas no Senado contra Moraes e acompanha a atuação de Flávio Dino para decidir se também apresentará um pedido de impeachment contra o ministro em 2027. Nesse cenário, a relação entre o STF e o grupo político de Flávio Bolsonaro deverá continuar no centro das articulações após o segundo turno, enquanto decisões judiciais e movimentos no Senado avançam em frentes distintas.

Do Jornal Pequeno.

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Flávio Bolsonaro recebe apoio de Zema e Temer e aguarda Caiado; Lula reúne aliados

Flávio e Lula
Ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência em 2026, Romeu Zema (Novo) anunciou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) na disputa de segundo turno das eleições. Em vídeo publicado na noite desta segunda-feira (5), o ex-governador disse que não vai “se omitir” e nem “ficar em cima do muro”. “Voto contra o PT. Voto no Flávio Bolsonaro. O Brasil não aguenta mais quatro anos de Lula”, afirmou.

O ex-presidente Michel Temer (MDB) também anunciou apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em uma declaração enviada à imprensa, Temer afirmou que o resultado do primeiro turno mostrou que o eleitorado “deseja mudança”. “Quer, portanto, reconexão. E reconexão é Flávio”, disse.

Flávio ligou para Ronaldo Caiado (PSD) em busca do apoio do ex-governador no segundo turno das eleições presidenciais. No telefonema, segundo relatos, Caiado confirmou que apoiará Flávio e prometeu anunciar o apoio durante evento na tarde da terça-feira (06) em Goiânia, com a presença do próprio senador. A ideia de Caiado é que o anúncio reúna uma série de prefeitos e parlamentares de seu grupo político. Entre eles, estará o governador goiano, Daniel Vilela (MDB), reeleito no domingo (04).

O filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) terminou o primeiro turno na liderança. Com 100% das seções totalizadas, o candidato do PL recebeu 56,1 milhões de votos, ou 47,03% dos votos válidos. Lula teve 53.879.538 votos, equivalentes a 45,16%. Os dois voltam às urnas em 25 de outubro.

LULA

A campanha do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reúne aliados em Brasília nesta segunda-feira (05) para rediscutir a estratégia à frente do segundo turno depois de ficar atrás do senador Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno das eleições presidenciais.

Participaram do encontro em um hotel ministros, como o da Fazenda, Dario Durigan; do Trabalho, Luiz Marinho; da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Sidônio Palmeira; de Minas e Energia, Alexandre Silveira; e das Relações Institucionais, José Guimarães — que defendeu que o Senado vote o fim da escala 6×1 até esta quarta-feira (07). Também participam da reunião caciques partidários, como os presidentes do PT, Edinho Silva; do PSB, João Campos; do PDT, Carlos Lupi; e do PSol, Paula Coradi.

A maioria dos candidatos aos governos estaduais apoiados por Lula também está presente — tanto os vencedores, como Rafael Fonteles (PT), governador reeleito do Piauí, e Jerônimo Rodrigues (PT), governador reeleito da Bahia, quanto os derrotados, como Fernando Haddad (PT), que disputou o governo de São Paulo. Entre os que disputarão o segundo turno, participam do encontro Leandro Grass (PT), que tenta o comando do governo do Distrito Federal, e Cadu Xavier (PT), candidato ao governo do Rio Grande do Norte.

Do Metrópoles.

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Em São Luís, Flávio Bolsonaro diz que será o próximo presidente do Brasil e faz duras críticas a Lula e Dino

São Luís.
O candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, chegou a São Luís por volta das 10h desta terça-feira (22), para cumprir agenda de campanha. Ele foi recebido por apoiadores no Aeroporto Internacional Marechal Cunha Machado. Em seguida, o candidato concedeu entrevistas e depois subiu em um trio elétrico, seguindo em motocarreata até o estacionamento da Havan, na Avenida Daniel de La Touche, no bairro Cohajap, onde participou de um comício.

Para milhares de maranhenses, Flávio Bolsonaro ergueu, emocionado, um quadro com a foto do pai, o presidente Jair Bolsonaro. Ele citou um episódio no Rio de Janeiro, quando o TRE-RJ apreendeu um quadro de Jair Bolsonaro usado pelo candidato a deputado federal Rafael Satiê (PL) durante uma caminhada. "Vem aqui tomar meu quadro! Vai ter que me levar junto. Porque eu vou honrar esse cara. O povo brasileiro vai ver o presidente Jair Bolsonaro colocando a faixa de presidente no filho dele. E não vai ser o quadro não, vai ser o próprio presidente Bolsonaro".

Ao detalhar o “caminho da prosperidade”, Flávio detalhou sua proposta de concessão de títulos de propriedade urbana e rural, para que principalmente os agricultores familiares nordestinos tenham a segurança jurídica de propriedade da terra e o apoio para venda de seus alimentos em cooperativas e ao poder público. “Eu quero bater o recorde do presidente Bolsonaro, que deu mais de 420 mil títulos de propriedade urbana e rural para brasileiros que esperavam, há décadas, para terem direito, no papel, das terras que já eram deles”, disse.

Ao comentar as falsas promessas de Lula, o candidato criticou a proposta de oferecer canetas emagrecedoras no SUS. “Tem gente prometendo aí dar canetinha emagrecedora, mas está faltando aspirina, está faltando dipirona em posto de saúde. Até quando esse cara vai ficar mentindo, tentando enganar o povo brasileiro? Teve 3 mandatos para fazer e não fez. Nos últimos 24 anos, essa porcaria dessa esquerda, desse PT governaram o nosso país. Tão deixando de legado o que? Violência, endividamento, corrupção, incompetência, famílias destruídas. Eu vou devolver a soberania do povo brasileiro. A soberania sobre o seu celular, sobre a sua bolsa, sobre a sua rua, sobre sua cidade, sobre o nosso país”.

O candidato também criticou a atuação do ministro Flávio Dino, do STF e natural do Maranhão. “O Flávio Dino está ali para fazer perseguição política, como ele tem feito aqui no Maranhão, usando seletivamente o inquérito que ele tem, que é um inquérito sobre emendas parlamentares. Um novo inquérito ‘do fim do mundo’. Tem um monte de gente na relação desse inquérito, suspeitos, parlamentares suspeitos, de mau uso de emendas parlamentares, que são aliados do Flávio Dino aqui no Maranhão. Aí contra esses não acontece nada. Por que seu Flávio Dino? Então, vamos ter vergonha na cara e seja juiz, deixe de ser um militante na Suprema Corte”.


Veja a cobertura completa no Instagram do Blog do Alpanir Mesquita:

terça-feira, 25 de agosto de 2026

Orleans mostra força popular pelas ruas e dita ritmo na primeira semana de campanha

Orleans Brandão.
A primeira semana de campanha no Maranhão deixou uma impressão difícil de esconder: Orleans Brandão (MDB) entrou na disputa para impor o ritmo, enquanto os adversários ainda tentam encontrar discurso, público e direção. Líder nas pesquisas, Orleans não se limitou a administrar o favoritismo. Ocupou as ruas, realizou caminhadas lotadas em São Luís e no interior, mobilizou aliados e demonstrou uma força política e popular que, até agora, nenhum concorrente conseguiu acompanhar.

A participação diária de Edivaldo Holanda Júnior também revelou uma estratégia bem articulada. Enquanto Orleans percorre diferentes regiões do estado, o candidato a vice-governador mantém a chapa em movimento na capital, comandando caminhadas e carreatas pelos bairros. Ex-prefeito de São Luís, Edivaldo ajuda a ampliar a presença de Orleans no maior colégio eleitoral do Maranhão e permite que a campanha ocupe vários territórios simultaneamente.

Eduardo Braide, por sua vez, descobriu logo na largada que o Maranhão é muito maior do que São Luís e que popularidade nas redes sociais não garante multidão no interior. Sua passagem pela Baixada Maranhense expôs uma candidatura com dificuldades para atravessar os limites da capital. Faltaram adesão popular, entusiasmo e clima de crescimento.

Depois do início tímido, Braide correu para cidades onde conta com aliados mais estruturados, como Bacabal e Presidente Dutra, em uma tentativa evidente de produzir imagens melhores e apagar o constrangimento dos primeiros atos. Mas eleição estadual não se vence escolhendo apenas os lugares onde já existe plateia garantida.

Felipe Camarão também começou pequeno. Sem conseguir construir uma identidade própria ou protagonizar mobilizações relevantes, preferiu repetir o nome de Lula como se o prestígio do presidente pudesse ser transferido automaticamente para sua candidatura. Até aqui, Camarão parece mais dependente de Brasília do que conectado com as ruas do Maranhão.

Roberto Rocha adotou estratégia semelhante no campo oposto: concentrou-se nas redes sociais e se agarrou ao nome de Jair Bolsonaro. O problema é que postagem pode gerar barulho, mas não substitui base política, presença territorial nem povo acompanhando candidato. O saldo da primeira semana separa uma candidatura verdadeiramente estadual de três projetos ainda em busca de tração.

Orleans apresentou organização, alianças, capilaridade e mobilização popular. Braide tentou maquiar uma largada murcha; Camarão pegou carona em Lula; e Roberto Rocha transformou Bolsonaro em sua principal muleta eleitoral. Enquanto os adversários disputam para saber quem ocupará o posto de principal opositor, Orleans avança, ocupa espaços e consolida a imagem de quem possui força política e popular para vencer a eleição.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Alexandre de Moraes proíbe Flávio Bolsonaro de visitar o pai, Jair Bolsonaro

Alexandre de Moraes.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu que o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), visite o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, até depois do primeiro turno das eleições, marcado para o dia 4 de outubro.

Moraes considerou que a leitura, por Flávio Bolsonaro, de uma carta do pai durante uma transmissão em uma rede social no sábado (11) desrespeitou a decisão que proibiu o ex-presidente de utilizar redes sociais "diretamente ou por intermédio de terceiros" e que a divulgação do vídeo caracterizou desvio de finalidade do direito de visita.

O ministro avaliou ainda que a afirmação usada por Flávio Bolsonaro para chamar a transmissão na qual faria a leitura da carta do ex-presidente sugere que "o sentenciado [Jair Bolsonaro] tinha plena ciência de que sua carta seria divulgada em redes sociais, o que, configuraria igualmente desrespeito a medida cautelar a que está submetido".

“É imperdível, um recado muito importante que ele quer dar a toda a nossa nação”, disse Flávio Bolsonaro nas redes sociais, antes da transmissão em que fez a leitura da carta. Na carta lida pelo senador, Jair Bolsonaro disse confiar no filho como "melhor opção" para combater a corrupção, a violência e empobrecimento no Brasil.

Veja mais detalhes na reportagem da CNN Brasil:



Do G1.

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Braide anuncia Lahesio no Senado e Eliziane reage: "chapa bolsonarista"

Braide e Lahésio.
O pré-candidato ao Governo do Maranhão, Eduardo Braide (PSD), anunciou nesta quinta-feira (09), em vídeo publicado nas redes sociais, que o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahésio Bonfim (Novo), será o pré-candidato ao Senado na chapa que pretende disputar as eleições de 2026. O anúncio põe fim às especulações sobre a composição entre os dois e oficializa a aliança entre as principais lideranças da oposição no estado.

Na gravação, Braide apresenta Lahésio como o nome escolhido para disputar uma das vagas ao Senado e afirma que o grupo está sendo formado com o objetivo de disputar o comando do Palácio dos Leões. “Chegou a hora de completar o nosso time que vai transformar o Maranhão. Eu serei o governador que vai trabalhar para todos os maranhenses. Por isso, está aqui comigo o Lahésio, que será o nosso pré-candidato a senador”, disse.

ELIZIANE REAGE

A senadora Eliziane Gama (PT) afirmou que a chapa de oposição passou a ter um perfil claramente bolsonarista. A declaração foi feita nas redes sociais após a confirmação da aliança formada pelo prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), com o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes Lahesio Bonfim (Novo), que disputará o Senado. Em publicação no X (antigo Twitter), Eliziane escreveu: “E a chapa bolsonarista para o governo do Maranhão agora completa”.

A chapa reúne Eduardo Braide como pré-candidato ao governo, André Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim como candidatos ao Senado, Elaine Carneiro como vice-governadora e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como candidato à Presidência da República.

De O Informante/Jornal Pequeno.

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Crise na Família Bolsonaro! Michelle grava vídeo e diz que foi humilhada por Flávio

Michelle Bolsonaro.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) publicou um depoimento nas redes sociais em que diz ter sido maltratada e humilhada por Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro como candidato à Presidência nas eleições de outubro. Em dois vídeos, Michelle expõe uma briga com Flávio e diz que eles não se falam desde o fim de 2025. A discussão dos dois envolve a disputa pelo palanque do PL no Ceará, em que o partido se aliou com o ex-governador Ciro Gomes (PSDB) -- apoio criticado por Michelle.

"Voltando ao Flávio. Telefonei para ele, tentei algumas vezes, mas ele não atendeu. Algumas horas depois da postagem, ele retornou a ligação. Mas, sinceramente, para falar o que ele me falou, seria melhor se ele não tivesse ligado. Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou o telefone. E eu não tinha feito nada contra ele. Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, eu disse a ele que estava tudo bem. Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante. E então eu me recolhi. Fiquei na minha e assim permaneço", afirmou a ex-primeira-dama.

Ao longo do depoimento, Michelle se refere a Flávio pelo nome, como "meu enteado" e "pré-candidato", sem usar o sobrenome "Bolsonaro" em nenhum momento. Após Michelle expor a briga dos dois, Flávio Bolsonaro fez uma live em suas redes sociais antes do jogo do Brasil contra a Escócia, pela Copa do Mundo 2026. Nas imagens, ele apareceu com a mulher e usou uma máscara do atacante Neymar. "Hoje é dia de jogo, nada nem ninguém me aborrece. Vamos tratar de coisa boa, vamos tratar de futebol", disse.

Veja o vídeo na íntegra:


Do G1.

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Áudio: Flávio Bolsonaro negociou R$ 134 milhões com Daniel Vorcaro

Flávio Bolsonaro.
O senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cobrou o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, por pagamentos destinados à produção do filme “Dark Horse” que retrata a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em áudio divulgado pelo site The Intercept Brasil, Flávio diz a Vocaro que estava “sem graça de ficar cobrando” o banqueiro, mas demonstrou preocupação com atrasos nos pagamentos da equipe internacional envolvida no longa.

Segundo o senador, havia receio de que a produção acabasse dando “calote” no ator Jim Caviezel, protagonista do filme, além do diretor Cyrus Nowrasteh e demais profissionais estrangeiros contratados. A data de lançamento do filme está prevista para 11 de setembro. Eis a íntegra da transcrição do áudio, gravado em 8 de setembro de 2025.

“Irmão, preferi mandar um áudio aqui para você ouvir com calma. Bom, aqui a gente tá passando por um dos momentos mais difíceis das nossas vidas, né? Não sei como vai ser tudo daqui para frente, como tudo vai acabar, mas tá na mão de Deus aí. Você eu sei que tá passando por um momento dificílimo aí também. Essa confusão toda, né. Você sem saber como vai caminhar isso tudo... E, apesar de você ter dado a liberdade, Daniel, de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando, tá? Mas, enfim, é porque tá num momento muito decisivo aqui do filme e, como tem muita parcela para trás, cara, tá todo mundo tenso e fico preocupado aqui com o efeito contrário do que a gente sonhou para o filme, né. Imagina a gente dando calote num Jim Cavieziel [ator principal], num Cyrus [Nowrasteh, diretor do filme]... os caras renomadíssimos no cinema americano e mundial. Pô, ia ser muito ruim. Todo efeito positivo que a gente tem certeza que vai vir nesse filme pode ter o efeito elevado a menos um aí, cara. Então, se você puder me dar um toque, uma posição aí, Daniel... Porque a gente precisa saber o que que faz da vida, cara, porque já tem muita conta para pagar esse mês, e o mês seguinte também. E agora que é reta final a gente não pode vacilar, não pode não honrar com os compromissos, porque se não a gente perde tudo, cara. Todo o contrato. Perde ator, diretor, perde equipe, perde tudo. Se puder me dar um toque aí, irmão, abração.. fica com Deus”.

De acordo com a reportagem, Daniel Vorcaro teria pago ao menos US$ 10 milhões (cerca de R$ 60 milhões) entre fevereiro e maio de 2025, em seis operações destinadas à produção do filme Dark Horse. A promessa total de investimento no longa era de US$ 24 milhões, cerca de R$ 134 milhões.

Veja o áudio na íntegra:


NOTA DE FLÁVIO BOLSONARO

Mais do que nunca é fundamental a instalação da CPI do Banco Master. É preciso separar os inocentes, dos bandidos. No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio PRIVADO para um filme PRIVADO sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de lei Rouanet. Conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia acabado, e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro. O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme. Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem. Isso é muito diferente das relações espúrias do governo Lula e seus representantes com Vorcaro. Por isso, reitero, CPI do MASTER JÁ.

De O Antagonista.

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Orleans avança e lidera intenções de voto nas regiões Tocantina e Sul

Orleans Brandão.
O pré-candidato ao governo, Orleans Brandão, vem consolidando sua liderança em todo o Maranhão. As agendas realizadas e as entregas feitas durante sua atuação como secretário de Assuntos Municipalistas impulsionaram seu projeto político, que hoje aparece à frente na maioria dos levantamentos realizados nos municípios das regiões Tocantina e Sul do estado.

Ao percorrer praticamente todas as cidades maranhenses, Orleans ampliou sua presença e fortaleceu sua conexão com o eleitorado. O conhecimento da realidade local, aliado ao contato direto com a população, contribuiu para construir uma base consistente e ampliar sua aceitação ao longo dos últimos meses.

O posicionamento político também reforça esse avanço. Alinhado ao presidente Lula, Orleans adota uma postura clara no cenário nacional e, especialmente nas regiões Sul e Tocantina, deve protagonizar a disputa com o bolsonarista Lahesio Bonfim.

Com esse conjunto de fatores — presença territorial, articulação política e definição de campo ideológico —, Orleans amplia seu espaço, ganha densidade eleitoral e se firma como um dos principais nomes na corrida pelo Governo do Maranhão.

terça-feira, 24 de março de 2026

Alexandre de Moraes autoriza prisão domiciliar para Jair Bolsonaro

Decisão vale por 90 dias.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) volte a cumprir pena em prisão domiciliar por 90 dias para a recuperação de uma broncopneumonia. Moraes impôs uma série de medidas cautelares. Entre elas, o uso de tornozeleira eletrônica. Após esse período, o ministro vai reanalisar os requisitos para a permanência ou não da prisão domiciliar.

Moraes atendeu à manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que se posicionou a favor da flexibilização de regime em razão do quadro de saúde do ex-presidente. Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Ele estava detido na Papudinha, em Brasília. Em 13 de março, deixou a unidade prisional após apresentar um quadro de broncopneumonia e precisar ser internado.

Do G1.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Escola de Samba que fez homenagem a Lula e causou polêmica com 'família em conserva' é rebaixada no Carnaval do RJ

Desfile da escola de samba.
A Acadêmicos de Niterói ficou em último lugar e foi rebaixada do Grupo Especial do carnaval do Rio de Janeiro na apuração desta quarta-feira (18). A escola fazia sua estreia na elite das agremiações neste ano. Ao longo da apuração, ela recebeu apenas duas notas 10.

Com o enredo "Do Alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil", a Acadêmicos de Niterói contou, no desfile de domingo (15), a história do presidente Lula desde a infância no Nordeste, passando pela migração com a família para São Paulo, o trabalho como torneiro mecânico e a liderança sindical, até a Presidência da República.
Homenagem a Lula.
Em um dos carros, a escola trouxe uma crítica às políticas sociais da época do governo Bolsonaro e à forma como ele enfrentou a pandemia. Na parte traseira, o carnavalesco fez uma referência à prisão do ex-presidente.

A escola também foi criticada por conta da ala do desfile que fez alusão a evangélicos e outros grupos conservadores no Brasil. Intitulada de "neoconservadores em conserva", a ala foi formada por integrantes vestidos de lata. O rótulo exibia a imagem de um casal hétero com duas crianças, que seriam os filhos, e a frase "família em conserva".

Do G1/UOL.