quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Mesmo em recesso, Câmara Municipal de Buriti Bravo cobra explicações sobre recursos do Fundeb e ausência de rateio aos profissionais da Educação

Prefeita de Buriti Bravo Luciana Leocádio.
A Educação de Buriti Bravo voltou ao centro de uma grave crise política e administrativa. Mesmo durante o recesso legislativo, a Câmara Municipal, por iniciativa da bancada de oposição, protocolou um ofício firme e direto exigindo que a presidência da Casa acione imediatamente o Poder Executivo para prestar esclarecimentos sobre a aplicação dos recursos do Fundeb, referentes ao exercício de 2025.

A movimentação foi liderada pelo vereador Wermeson Morais, líder da oposição, diante do silêncio da gestão municipal após a aprovação, por unanimidade, de um requerimento no dia 18 de dezembro de 2025, que solicitava informações detalhadas sobre receitas, despesas e a possibilidade de rateio ou abono aos profissionais da educação (rateio que, até o momento, não foi realizado).

Passadas semanas da aprovação do requerimento, o Executivo não apresentou documentos, não respondeu oficialmente e ignorou a cobrança do Legislativo, aprofundando o clima de insatisfação entre os profissionais da educação e reforçando questionamentos sobre a condução administrativa da pasta.
Pronunciamento do vereador.
Para a oposição, o cenário é ainda mais preocupante diante das suspeitas e investigações envolvendo a aplicação de recursos do Fundeb, o que torna a ausência de respostas ainda mais grave e inaceitável. Segundo os parlamentares, a falta de transparência compromete a confiança pública e coloca em risco o direito dos servidores da educação à valorização e ao respeito institucional.

O ofício encaminhado à presidência da Câmara no dia 6 de janeiro de 2026 cobra providências imediatas e deixa claro que a Câmara não aceitará ser desrespeitada ou mantida à margem de informações que são de interesse público. A oposição afirma que, caso o Executivo continue se omitindo, novas medidas políticas e legais poderão ser adotadas.

A mensagem é clara: não haverá silêncio, nem conivência com a falta de transparência. Mesmo em recesso, a Câmara foi acionada porque a Educação exige respostas e Buriti Bravo cobra explicações.

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