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| Cabo Cleone era lotado em Vargem Grande. |
Em abril de 2020, em São José de Ribamar, o cabo Cleone Silva Nascimento, lotado no 28º Batalhão da Polícia Militar, sediado em Itapecuru-Mirim, e pertencente a 3ª Cia, em Vargem Grande, foi baleado e ficou paraplégico. Desde então, a rotina passou a ser outra. A farda deu lugar à cadeira de rodas, e os dias passaram a ser marcados por reabilitação, adaptações e muita força para seguir em frente (relembre).
Agora, surge uma nova esperança. Cleone busca apoio para que sua história chegue às autoridades e ele possa tentar acesso ao tratamento experimental com polilaminina, que vem sendo aplicado em pacientes com lesão medular. A substância, ainda em fase experimental, tem como objetivo estimular a regeneração de neurônios e reconectar estruturas da medula espinhal.
No Maranhão, duas pessoas já conseguiram acesso ao tratamento mediante autorização judicial. Um dos procedimentos foi realizado recentemente, reacendendo a esperança de pacientes que convivem com limitações causadas por lesões na medula (saiba mais).
Para o cabo Cleone, a possibilidade de realizar o procedimento representa mais do que um tratamento: é a chance de sonhar novamente com movimentos que hoje não são possíveis. Familiares e amigos pedem que a história seja compartilhada, na expectativa de que alcance quem possa contribuir para que ele também tenha essa oportunidade.
Veja mais detalhes no Instagram do Blog do Alpanir Mesquita:
Do Portal SLZ Online.

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