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Imagem ilustrativa. |
O modelo, conhecido como barter deal, dispensa dinheiro e dificulta o rastreamento por autoridades. O ecstasy, produzido principalmente na Bélgica e nos Países Baixos, é trocado por cocaína brasileira e colombiana — em média, 1 kg de MDMA por até 3 kg de cocaína.
Segundo o levantamento, o Brasil, antes rota de saída de cocaína, agora também se torna ponto de entrada de drogas sintéticas, que são distribuídas pelo PCC no mercado interno e em países vizinhos como Argentina, Uruguai e Chile. As facções usam suas redes logísticas e contatos internacionais para movimentar as drogas por contêineres, voos comerciais e até pelos Correios.
Do Metrópoles.
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