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sábado, 28 de fevereiro de 2026

Ataque dos Estados Unidos e Israel mata líder supremo do Irã, diz Trump

Ali Khamenei.
Ali Khamenei, líder supremo do Irã, morreu em um bombardeio durante ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel neste sábado (28), segundo o presidente Donald Trump. O aiatolá comandou o país por quase quatro décadas.

Em uma rede social, Trump afirmou que Khamenei não conseguiu escapar dos sistemas de inteligência e rastreamento dos Estados Unidos, em parceria com Israel. Segundo ele, “não havia nada” que o líder supremo pudesse fazer. “Khamenei, uma das pessoas mais malignas da História, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para pessoas de muitos países ao redor do mundo que foram mortas ou mutiladas por Khamenei e seu bando de capangas sanguinários”, escreveu Trump.

Na Truth Social, Trump afirmou que os bombardeios contra o Irã vão continuar para alcançar “paz no Oriente Médio e no mundo”. Ele disse esperar que integrantes da Guarda Revolucionária e das forças de segurança se unam à população para “devolver grandeza” ao país. "Este é o maior momento para o povo iraniano retomar o próprio país. Estamos ouvindo que muitos integrantes da Guarda Revolucionária (IRGC), das Forças Armadas e de outras forças de segurança e polícia já não querem lutar e estão buscando imunidade de nossa parte", afirmou.

Até a última atualização desta reportagem, o governo do Irã não havia confirmado a morte. 

Quem era Khamenei

Ali Khamenei nasceu em 1939 em Mashhad, cidade sagrada para os xiitas. O segundo de oito filhos, de uma família pobre e devota. Cresceu sob a monarquia do xá Reza Pahlavi — num momento em que o Irã era aliado dos Estados Unidos e até de Israel. O líder supremo nunca aceitou fazer reformas na república islâmica e reprimiu com força a oposição. No cenário internacional, Khamenei mantinha a hostilidade aos Estados Unidos e se negava aceitar a existência do Estado de Israel.

Ataque

Estados Unidos e Israel lançaram um grande ataque contra o Irã na manhã deste sábado. A ação deixou 201 mortos e 747 feridos, segundo a imprensa iraniana com base em informações da rede humanitária Crescente Vermelho. Explosões foram registradas na capital Teerã e em diversas outras cidades iranianas. Em resposta, o Irã disparou mísseis contra Israel e atacou bases americanas no Oriente Médio. O Exército dos Estados Unidos informou que nenhum militar americano ficou ferido na ação. O governo americano afirmou ainda que os danos às bases militares dos EUA no Oriente Médio, após a retaliação iraniana, foram “mínimos”.

Do G1.

domingo, 22 de junho de 2025

Ataque dos EUA ao Irã acirra conflito e gera preocupação internacional

Donald Trump.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou que as tropas norte-americanas bombardearam três instalações nucleares no Irã, nesse sábado (21). O caso acontece em meio ao embate entre Irã e Israel. Dias antes, a Organização das Nações Unidas (ONU) manifestou que quaisquer intervenções militares adicionais poderiam ter consequências enormes.

“Apelo veementemente a todos para que evitem qualquer internacionalização adicional do conflito. Quaisquer intervenções militares adicionais podem ter consequências enormes, não apenas para os envolvidos, mas para toda a região e para a paz e a segurança internacionais em geral”, alertou o secretário-geral da ONU, António Guterres.

Trump, no entanto, seguiu adiante com o plano e confirmou ataque a três das principais instalações nucleares do Irã. O anúncio foi feito por pelo mandatário norte-americano pelas redes sociais. “Concluímos nosso ataque bem-sucedido às três instalações nucleares no Irã, incluindo Fordow, Natanz e Esfahan. Todos os aviões estão agora fora do espaço aéreo iraniano. Uma carga completa de bombas foi lançada na instalação principal, Fordow”, escreveu na Truth Social.

Em seguida, durante pronunciamento na Casa Branca, o presidente dos EUA manteve o tom bélico e ameaçou fazer novas investidas, caso o Irã recuse acordos de paz. “O Irã, o tirano do Oriente Médio, precisa agora fazer a paz. Se não o fizer, os ataques futuros serão muito maiores e muito mais fáceis”, disse Trump. “Isso não pode continuar. Ou haverá paz, ou haverá uma tragédia para o Irã, muito maior do que a que testemunhamos nos últimos oito dias. Lembrem-se de que ainda há muitos alvos”, acrescentou.

Confira o pronunciamento de Trump:



Do Metrópoles.

sexta-feira, 13 de junho de 2025

Irã revida ataque e deixa vários feridos em Israel; veja vídeo

Resgate a feridos em Tel Aviv.
O Ministério da Defesa de Israel confirmou, nesta sexta-feira (13), madrugada de sábado (14) pelo horário local, que o país foi alvo de novos mísseis disparados pelo Irã. Imagens da TV Al Jazeera também registraram mísseis cruzando os céus de Tel Aviv. O ataque é o segundo desde que o Irã iniciou uma retaliação ao ataque promovido por Israel na madrugada de sexta pelo horário local do Irã (relembre). 

Nas imagens, é possível ver que parte dos mísseis desaparecem no ar. O exército de Israel afirma que o Domo de Ferro – sistema de proteção contra mísseis – interceptou parte das armas utilizadas pelo Irã.

FERIDOS

O primeiro ataque coordenado pelo Irã na contra-ofensiva, ainda na noite de sexta pelo horário local de Israel, deixou ao menos 40 pessoas feridas. O Irã afirmou que os alvos foram instalações militares de Israel. O ataque iniciado na sexta foi chamado pelo Irã de Operação Verdadeira Promessa 3. Um dos locais atingidos foi o Ministério da Guerra de Israel, conforme divulgado pelo Irã. Isto ainda não foi confirmado por Israel.


Confira mais detalhes:

Ataque de Israel a alvos nucleares no Irã deixa mundo em alerta máximo

Ataques.
O ataque de Israel contra instalações nucleares no Irã, nessa quinta-feira (12), deixa o mundo em alerta máximo para possível escalada bélica envolvendo outras nações. Há importantes motivos para preocupação. Embora os Estados Unidos afirmem não ter se envolvido na coordenação da operação de Israel, o histórico apoio dos norte-americanos ao país judeu coloca, de maneira indireta, a maior potência do mundo no radar de uma retaliação. Outro ponto de apreensão é a “cooperação bilateral” entre os iranianos e a Rússia.

As últimas informações são de que, além das instalações de enriquecimento de urânio, houve destruição de regiões habitadas por civis, inclusive com vítimas, mas os números e as condições destas não foram divulgados. Após o programa nuclear do Irã ter sido atingido, o governo do país anunciou que vai retaliar a ação bélica. Um comunicado divulgado pelas Forças Armadas do Irã falou sobre possível operação de resposta. O texto diz, inclusive, que pontos dos Estados Unidos no Oriente Médio podem ser alvo de ataque.

“A retaliação da República Islâmica do Irã é certa, e o inimigo pagará um preço alto”, disse um porta-voz das Forças Armadas, em comunicado divulgado pela mídia estatal. “Não há necessidade de se preocupar no país, pois o regime sionista [Israel] e a América [EUA] pagarão um preço alto e receberão um duro golpe”, alertou.

Alvos e vítimas

As Forças de Defesa de Israel (FDI) confirmaram a autoria do ataque e afirmaram que os alvos teriam sido instalações “nucleares em diferentes áreas do Irã”. As explosões foram registradas na capital Teerã, mas também há relatos de bombardeios em vários pontos das imediações da cidade. O ataque foi um duro golpe para o Irã, pois matou o comandante-chefe da Guarda Revolucionária (IRGC) do país, Hossein Salami, o comandante sênior do IRGC, Gholamali Rashid, e os cientistas nucleares Fereydoun Abbasi e Mohammad-Mehdi Tehranchi, conforme anunciado pela própria agência estatal de notícias.

Continue lendo AQUI.


Do Metrópoles.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Israel declara Lula como 'persona non grata' após presidente comparar ação contra palestinos em Gaza ao Holocausto

Lula é 'persona non grata'.
O governo de Israel declarou nesta segunda-feira (19) que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é uma "persona non grata". A decisão aconteceu depois de o presidente do Brasil comparar ações de Israel na Faixa de Gaza ao extermínio de judeus na Segunda Guerra. "Não perdoaremos e não esqueceremos — em meu nome e em nome dos cidadãos de Israel, informei ao Presidente Lula que ele é uma 'persona non grata' em Israel até que ele peça desculpas e se se retrate", escreveu o ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz, nas redes sociais.

O termo "persona non grata" (alguém que não é bem-vindo, em tradução livre) é um instrumento jurídico utilizado nas relações internacionais para indicar que um representante oficial estrangeiro não é mais bem-vindo. O termo foi descrito no artigo 9 da Convenção de Viena sobre relações diplomáticas. Katz afirmou também que "a comparação do presidente brasileiro Lula entre a guerra justa de Israel contra o Hamas e as ações de Hitler e dos nazistas, que exterminaram 6 milhões de judeus, é um grave ataque antissemita que profana a memória daqueles que morreram no Holocausto".

No final da semana, Lula classificou como "genocídio" e "chacina" a resposta de Israel na Faixa de Gaza aos ataques terroristas promovidos pelo Hamas no início de outubro. Ele comparou a ação israelense ao extermínio de milhões de judeus pelos nazistas chefiados por Adolf Hitler no século passado. "O que está acontecendo na Faixa de Gaza e com o povo palestino não existe em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu: quando o Hitler resolveu matar os judeus", disse Lula.

O petista fez a afirmação após ser questionado sobre a decisão de alguns países de suspender repasses financeiros à Agência da ONU para os Refugiados Palestinos. Lula deu as declarações durante entrevista em Adis Abeba, na Etiópia, onde participou nos últimos dias da 37ª Cúpula da União Africana e de reuniões bilaterais com chefes de Estado do continente.

Confira o exato momento da fala de Lula:


Do G1.

quarta-feira, 11 de outubro de 2023

Maranhenses que faziam turismo religioso em Israel retornam ao Brasil em avião da FAB

Chegada dos brasileiros no Aeroporto de Brasília.
O vídeo mostra a alegria de quem conseguiu voltar para casa e fugir dos conflitos entre israelenses e palestinos. O pastor Antônio Dias, que mora em Imperatriz, estava entre o grupo de turistas brasileiros que precisou de resgate do governo federal para sair de Israel. "Chegamos em paz, glória a Deus, momentos emocionantes aqui na base aérea de Brasília", afirmou, no vídeo, o pastor Antônio Dias cheio de alegria pela volta. 

O pastor auxiliar na Assembleia de Deus em Imperatriz retornou no primeiro avião de resgate que pousou em Brasília por volta das 4h10 desta quarta-feira (11). A aeronave KC-30 da Força Aérea Brasileira (FAB), com 211 passageiros, decolou de Tel Aviv às 14h12 (horário de Brasília) dessa terça-feira (10) e fez voo de cerca de 14 horas direto para a capital federal. Do total, 107 passageiros desembarcaram em Brasília e 104 seguiram para o Rio de Janeiro em dois aviões da FAB. O governo estima retirar 900 brasileiros até sábado (14) que estão em Israel e na Palestina, informou o comando da Aeronáutica.

Um grupo com 37 turistas do Maranhão, Pará e Tocantins chegou a Israel no dia 1º de outubro, para fazer turismo religioso, em viagem organizada pela agência de viagens do pastor Antônio Dias, que também é pastor auxiliar na Assembleia de Deus, em Imperatriz. O pastor disse, quando ainda estava em Israel, que os turistas estavam no hotel quando o bombardeio do Hamas teve início. "Quando fomos para o café, nosso receptivo nos informou da situação e se mudou toda a logística da viagem. Foi muito assustador", disse. O pastor Antônio Dias e o grupo de brasileiros ficaram hospedados em um hotel em Jerusalém, a 200 km do ponto de conflito. De acordo com o religioso, a sensação de medo era constante.

Do Imirante com informações da Agência Brasil. 

domingo, 8 de outubro de 2023

Conflito entre Israel e Hamas já causou mais de 900 mortes e deixou milhares feridos; entenda tudo

Abed Rahim Khatib/Anadolu Agency via Getty Images.
Entrou no segundo dia o conflito entre Israel e o Hamas, neste domingo (08). O último balanço das autoridades indica que ao menos 977 pessoas morreram, sendo 600 em Israel, 370 na Faixa de Gaza e 7 na Cisjordânia. Há milhares de pessoas feridas. Novas explosões foram reportadas na Faixa de Gaza durante a madrugada deste domingo, pelo horário local, e foram se intensificando ao amanhecer.

Além disso, de acordo com a agência Reuters, militares israelenses afirmaram que ataques foram feitos contra o norte de Israel a partir do Líbano. Segundo o governo israelense, o Hamas ainda levou mais de 100 reféns para Gaza, incluindo mulheres e crianças. 

Esses novos bombardeios foram reivindicados pelo grupo armado Hezbollah, que afirmou ter disparado foguetes em "solidariedade" ao povo palestino. Os alvos, segundo o próprio Hezbollah, seriam três posições militares israelenses em uma região conhecida como Fazendas de Shebaa, que está em um território ocupado por Israel desde 1967. Essa área é reivindicada pelo Líbano.

Ainda no sábado (07), o Hezbollah anunciou apoio ao ataque promovido pelo Hamas contra Israel, afirmando estar em contato direto com líderes de grupos de resistência. As forças armadas de Israel disseram que revidaram o ataque do Hezbollah e que um drone atingiu um posto do grupo na região da fronteira com o Líbano.

Além disso, as forças israelenses também afirmaram que continuam executando uma operação em oito áreas que ficam nos arredores da Faixa de Gaza, no sul do país. Um complexo, que seria usado pela inteligência do Hamas, foi bombardeado em Gaza. Por sua vez, o Hamas divulgou um comunicado dizendo que seus integrantes continuam engajados em "lutas ferozes" dentro de Israel.

O Gabinete de Segurança de Israel emitiu uma declaração oficial de guerra contra o Hamas neste domingo. A medida oficializa o que já havia sido anunciado por Netanyahu e permite que o governo mobilize mais reservistas e intensifique a resposta militar ao conflito.


Do G1.