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quinta-feira, 3 de julho de 2025

Maranhense recrutado pelo Exército da Ucrânia tem perna amputada

Maranhense recrutado.
Raphael Paixão, o maranhense recrutado pelo Exército da Ucrânia, teve a perna esquerda amputada e está hospitalizado após ter pisado em uma mina-borboleta, um artefato explosivo de pequeno porte, mas de alto poder destrutivo, utilizado em zonas de guerra. 

“Ele foi operado, está hospitalizado, perdeu o pé esquerdo, perdeu do joelho, um pouco do joelho para baixo, mas está estável, está vivo, né? Foi um milagre de Deus. Ele contou um pouco do que aconteceu. Ele andou nove quilômetros, arrastado por um outro militar, que ‘tava’ dando suporte para ele, ele ‘tava’ muito machucado, mas graças a Deus, para honra e glória de Jesus, ele conseguiu”, informou a mãe do jovem, Neila Paixão, após conseguir fazer uma videochamada com o filho.

Ela gravou um vídeo relatando o quadro do filho e agradecendo pelas orações de parentes, amigos e todos que torcem pelo jovem maranhense. “O coração da mãe só vai ficar realmente aliviado quando meu filho botar os pés na terra brasileira”, completou. Segundo Neila, Raphael se encontra estável, recebendo acompanhamento médico e psicológico. Durante uma videochamada com a mãe, ele expressou o desejo de voltar ao Brasil.

A família ficou quase 20 dias sem conseguir falar com o jovem. Até que ele enviou uma breve mensagem por aplicativo: “Oi mãe, estou vivo graças a Deus, mas estou em missão”. O contato foi curto, mas serviu como alívio temporário diante do medo que havia se espalhado entre amigos e familiares. A ausência de informações precisas sobre o paradeiro de Raphael mobilizou conhecidos e parentes, que chegaram a enviar e-mails ao governo da Ucrânia e buscar auxílio junto a autoridades brasileiras. Entretanto, segundo a família, o consulado não fornecia uma resposta concreta.

Natural de Imperatriz, Raphael cursava Direito em uma faculdade particular, mas trancou os estudos em agosto de 2024. Em seguida, viajou para a Holanda com a namorada em busca de novas oportunidades. Após o fim do relacionamento, tomou a decisão de se alistar como voluntário nas forças armadas da Ucrânia na guerra contra a Rússia, onde permanece desde então.

Do Imirante.

sexta-feira, 13 de junho de 2025

Ataque de Israel a alvos nucleares no Irã deixa mundo em alerta máximo

Ataques.
O ataque de Israel contra instalações nucleares no Irã, nessa quinta-feira (12), deixa o mundo em alerta máximo para possível escalada bélica envolvendo outras nações. Há importantes motivos para preocupação. Embora os Estados Unidos afirmem não ter se envolvido na coordenação da operação de Israel, o histórico apoio dos norte-americanos ao país judeu coloca, de maneira indireta, a maior potência do mundo no radar de uma retaliação. Outro ponto de apreensão é a “cooperação bilateral” entre os iranianos e a Rússia.

As últimas informações são de que, além das instalações de enriquecimento de urânio, houve destruição de regiões habitadas por civis, inclusive com vítimas, mas os números e as condições destas não foram divulgados. Após o programa nuclear do Irã ter sido atingido, o governo do país anunciou que vai retaliar a ação bélica. Um comunicado divulgado pelas Forças Armadas do Irã falou sobre possível operação de resposta. O texto diz, inclusive, que pontos dos Estados Unidos no Oriente Médio podem ser alvo de ataque.

“A retaliação da República Islâmica do Irã é certa, e o inimigo pagará um preço alto”, disse um porta-voz das Forças Armadas, em comunicado divulgado pela mídia estatal. “Não há necessidade de se preocupar no país, pois o regime sionista [Israel] e a América [EUA] pagarão um preço alto e receberão um duro golpe”, alertou.

Alvos e vítimas

As Forças de Defesa de Israel (FDI) confirmaram a autoria do ataque e afirmaram que os alvos teriam sido instalações “nucleares em diferentes áreas do Irã”. As explosões foram registradas na capital Teerã, mas também há relatos de bombardeios em vários pontos das imediações da cidade. O ataque foi um duro golpe para o Irã, pois matou o comandante-chefe da Guarda Revolucionária (IRGC) do país, Hossein Salami, o comandante sênior do IRGC, Gholamali Rashid, e os cientistas nucleares Fereydoun Abbasi e Mohammad-Mehdi Tehranchi, conforme anunciado pela própria agência estatal de notícias.

Continue lendo AQUI.


Do Metrópoles.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Jogador maranhense que atua na Ucrânia grava vídeo pedindo ajuda para deixar o país

Jogador maranhense.
O maranhense da cidade de Rosário, Marlyson Conceição Oliveira, de 23 anos, atacante do clube Metalist 1925, da Ucrânia, publicou um vídeo na sua rede social Instagram, manhã desta quinta-feira (24), pedindo ajuda as autoridades brasileiras para sair do país, após a Rússia iniciar uma série de ataques aéreos contra a Ucrânia.

“Estou passando, pedindo o apelo de vocês, para que vocês possam fazer este vídeo chegar as autoridades do Brasil e a gente possa sair daqui com segurança e o mais rápido possível para estar perto das pessoas que a gente ama”, disse Marlyson no vídeo gravado ao lado de mais dois jogadores brasileiros.

O time tem sede em Kharvic, antiga capital do país e uma das maiores cidades da Ucrânia, localizada na região homônima, localidade que está no centro do conflito.


Do Blog do Clodoaldo Corrêa.

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Procuradoria da Mulher da Assembleia repudia vídeos de brasileiros na Rússia

Deputada Valéria Macedo, procuradora da Mulher.
Sentindo-se humanamente constrangida, a Procuradoria da Mulher da Assembleia Legislativa do Maranhão repudia os vídeos produzidos e divulgados por torcedores brasileiros, que ganharam repercussão internacional nesta Copa do Mundo 2018, na Rússia.

Divertindo-se de maneira réproba, esses homens exploraram jovens mulheres estrangeiras a reproduzirem expressões de conteúdo misógino, pornográfico, com ofensas ao corpo e à honra da mulher, aproveitando-se do fato de não compreenderem o português, na intenção de humilhá-las e ridicularizá-las.

Postado na internet, o vídeo multiplica a gravidade da cena, que mostra, em poucos segundos, por que as mulheres têm razão de lutar contra o machismo e uma realidade de estupros e feminicídios.

Que o repúdio da Procuradoria da Mulher da AL, assim como de todos as brasileiras, tenha um caráter educativo para esses homens e que a solidariedade coletiva feminina alcance as mulheres estrangeiras.