sábado, 17 de outubro de 2026

Maranhense perde parte do braço durante guerra entre Rússia e Ucrânia

Vítima.
O maranhense Adevaldo Rocha Silva, natural de Estreito, ficou gravemente ferido durante um confronto na guerra entre Rússia e Ucrânia. Em uma publicação nas redes sociais nesta quinta-feira (15), ele informou que perdeu parte de um dos braços e sofreu ferimentos provocados por estilhaços em diferentes partes do corpo. O brasileiro está internado em um hospital militar ucraniano, onde recebe atendimento médico.

Adevaldo viajou para a Europa em julho deste ano para integrar a Legião Internacional de voluntários que combatem ao lado das forças ucranianas. Segundo relatos divulgados sobre o caso, ele participava de uma operação na linha de frente quando a posição ocupada pelo grupo foi atingida por disparos de artilharia pesada.

O ataque teria atingido seis voluntários. Conforme as informações divulgadas, apenas Adevaldo e outro integrante do grupo teriam sobrevivido. A gravidade dos ferimentos exigiu atendimento hospitalar, e o maranhense segue em recuperação. Na publicação, Adevaldo procurou tranquilizar familiares e amigos, agradeceu pelas orações e afirmou que está recebendo os cuidados necessários. Apesar das lesões, ele demonstrou esperança durante o processo de recuperação.

Outros maranhenses atingidos pela guerra

O caso de Adevaldo se soma a outros registros de maranhenses envolvidos no conflito. Entre eles está Leotan Vieira Abreu, natural de Imperatriz, cuja morte em combate foi confirmada à família. O jovem morava no povoado Lagoa Verde, na zona rural do município, e viajou para a Ucrânia em julho deste ano, após deixar o trabalho como motorista (relembre).

Outro caso é o de Mateus Sandyel da Costa Campos, de 24 anos, natural de Açailândia. A mãe informou ter recebido notícias de sua morte por meio de brasileiros que atuavam com ele na guerra. Segundo a família, o corpo estaria em uma área de risco sob controle russo. O Itamaraty informou que prestava assistência consular, mas não confirmou oficialmente a morte (relembre).

Também natural de Imperatriz, Rafael Paixão ficou gravemente ferido em 2025 após pisar em uma mina terrestre durante uma missão na Ucrânia. Ele sobreviveu, mas precisou amputar parte da perna esquerda e recebeu atendimento hospitalar no país (relembre).

De O Informante/Jornal Pequeno.

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